Aceitar não é ceder, é aguentar

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Aceita que, por vezes, a vida é difícil. Muito difícil.
É através dessa aceitação
que a ela se te revelará
em toda a sua grandeza.

80 comentários:

Ana Martins 4 de setembro de 2009 às 06:42  

Que grande verdade Emília, nem tudo o que reluz é ouro, e são as dificuldades que nos amadurecem e nos tornam mais corajosos e sensíveis à dor dos outros.

Beijinhos,
Ana Martins

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 06:46  

Como é que eu posso dizer a alguém que sei aquilo por que está a passar, se não tiver vivido essa experiência?

Um beijinho,
Maria Emília

Dulce 4 de setembro de 2009 às 06:47  

Bom te-la de volta, Maria Emilia!...
Aprendemos sempre com as dificuldades que temos que enfrentar ao longo da vida e o resultado é a maturidade, a serenidade para continuarmos nosso caminho...
Beijinhos

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 07:03  

Precisei de parar um pouco, Dulce, para reflectir sobre o caminho a seguir, aqui no blogue, e o que poderia trazer-vos que pudesse ir ao encontro das necessidades da maior parte das pessoas que visitam este espaço.

Um grande beijinho,
Maria Emília

Chica 4 de setembro de 2009 às 08:03  

Aceitar nossas limitações, as pedras que aparecem no caminho...Muitas vezes achamos didícil, mas ...beijos,chica

Alvaro Oliveira 4 de setembro de 2009 às 08:19  

Olá Amiga

Na realidade, é aceitando as dificuldades da vida que se nos revela toda a grandeza e todo o seu valor.


Amiga, passe em meu blog, tem
miminhos para si. Obrigado

Beijinhos

Alvaro

Paula Raposo 4 de setembro de 2009 às 10:20  

Concordo inteiramente. Aceitando, seremos melhores pessoas. Muitos beijos e bom fim de semana para ti.

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 11:47  

Chica, quando li o seu comentário lembrei-me do rapazito que soltou a borboleta que estava presa dentro do casulo. Nunca voou.
Um beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 11:50  

Paula, na prática todos sabemos que é assim, todavia, será que aceitamos mesmo. O vosso comentário seria bem importante para aqueles que têm muita dificuldade em aceitar.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 11:53  

Passei estes últimos dias a ler os blogs de todos aqueles que me seguem e julguei sentir em muitos deles uma grande dificuldade em aceitar. Por isso escolhi este tema. A importância do aceitar.
Um abraço,
Maria Emília

simplesmenteeu 4 de setembro de 2009 às 12:07  

Aceitar é sempre difícil. Mas, tal como subir uma escada, tem de ser degrau a degrau.
Também me doi, me perco... e desespero muitas vezes.

Beijo carinhoso

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 12:25  

Simplesmenteeu, excelente comparação. Eu acrescentaria ainda: Não é por não ver o resto da escada que não me atrevo a subir o primeiro degrau. Acreditar e aceitar andam de mãos dadas.
Um beijinho,
Maria Emília

Luísa 4 de setembro de 2009 às 13:47  

Grande e sensata verdade, ME!
Este regresso promete!
É bom senti-la de perto...
Beijinho atento!

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 13:51  

Verdadeiramente, Luísa, eu venho aqui quando sinto que tenho algo para dar.
Um beijinho,
Maria Emília

Luísa 4 de setembro de 2009 às 14:06  

Ah!
Deixe-me dizer-lhe que a minha melhor amiga deparou-se também ela um dia com a sua mariposa inanimada.Aprendi com ela que na aceitação encontramos a serenidade para continuar o caminho...e quem sabe, poder voltar a apreciar o voo das mariposas.
Este beijinho é mais terno do que qualquer outro...

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 14:13  

Minha querida amiga Mariz,
Claro que explico com todo o gosto aquilo que penso. O ego alimenta-se daquilo que gosta e lhe dá mais prazer. Quando está a mostrar a primeira imagem, não está seguramente a alimentar o ego daqueles que se alimentam de todas as outras situações que descreve a seguir. Assim, eu prefiro só falar do que é bom para atrair o que é bom. Não entenda como uma crítica. Se o estivesse a fazer estava a negar tudo o que acabo de dizer. Eu gosto de escrever pouco para não dar origem a mal entendidos.
Mas leio e respeito sempre tudo o que os outros escrevem.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Eliane 4 de setembro de 2009 às 14:16  

É aceitando que teremos a oportunidade de aprender.É aguentando como você diz e acredito que aos poucos.Á princípio pensamos que não vamos conseguir mas à medida que conseguimos vamos nos sentindo mais fortes.

Beijinhos iluminados querida Maria Emília!

Filomena 4 de setembro de 2009 às 14:19  

Maria Emília,

Ah, uma coisa é dizer, a outra é aceitar mesmo.
Se calhar, quando nos cai nas mãos a verdadeira dificuldade da vida, quando nos defrontamos com o lado negro da vida, passa-se por várias fases, digo eu, a negação, as várias formas de luta contra a maré, a resignação... a última será a aceitação?

E ao aceitarmos quer dizer que crescemos?
A Maria Emília sentiu isso na pele, eu também já senti( a morte da minha mãe) e não, nunca aceitei.
Acho que me resignei. Transformei a minha mãe num anjo da guarda( é a minha forma de aceitar?)
Não sei. Este seu pensamento deixou-me triste.

Um grande beijinho e, vá lá, um sorriso para si! :)


Filomena

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 14:21  

Que bonito, Luisa, uma lágrima rolou pela minha face, a borboleta bebeu-a e voltou a voar e eu entendi que a morte era passagem.
Um beijinho,
Maria Emília

Mariz 4 de setembro de 2009 às 14:31  

Maria Emília

Agora entendi perfeitamente. Não tinha percebido o que eram os outros" e que alimento para o ego"?!
Simples falha de interpretação..
Não entendi como critica...mas se fosse?
As críticas são sempre bem-vindas se acaso vierem acrescentar mais SABER! - dai a minha disponibilidade na "aceitação" ! - que não "aguentar", neste caso. - srsrsr
Vou apagar o comentário anterior, porque está cheio de gralhas; o teclado falha, devido á "velocidade da net"... depois dá nisto....

Abraço meu
Mariz

Luísa 4 de setembro de 2009 às 14:33  

Nessa passagem, voamos nós, com rotas cruzadas a dividir as interrupções dos voos...
Como a ME sabe, tenho no meu caminho Esclerose multipla.A vida obrigou-me a olhar as adeversidades como uma "pedra no caminho" que terei sempre que ultrapassar.
Jamais rendida, mas a aceitar tudo desde o início. alguns até me acham "maluca", outros intitulam-me de "mulher coragem", aqules que eu amo, olham-me como um ser normal de tal forma que todos nos esquecemos deste fardo que carrego.O que alivia o peso? A ACEITAÇÃO, sem dúvida.

Beijinho terno!

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 14:37  

Triste, Filomena, não era essa a minha intenção. Mas se mexeu consigo, fico contente. Até agora os comentários dizem quase todos que é verdade aquilo que eu disse. Isso eu sei. Mas a Filomena teve a coragem de´se interrogar. Não sabe se aceitou. Não sei se a morte da sua mãe é recente ou já passou algum tempo. Pergunto: o que lhe diz ela quando em silêncio ou entre lágrimas falam as duas?
Um grande beijo,
Maria Emília

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 14:51  

Não, não sabia, Luisa, e curvo-e perante a sua aceitação. As penas vivas são muito mais difíceis de suportar do que as penas mortas. Não sei como reagiria se estivesse a passar por uma situação como a sua. Não sei mesmo. Ajuda-me por vezes a certeza de que a vida é feita de um constante Agora. O único momento que existe é o momento presente. E neste momento, sinto-me feliz por tê-la como minha amiga.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Luísa 4 de setembro de 2009 às 14:56  

Então, façamos um brinde ao momento!
A vida vai aprender connosco que tudo é muito relativo...
Beijinho atento e muito bom fim-de-semana!

AFRICA EM POESIA 4 de setembro de 2009 às 15:05  

Maria Emilia
Olha que concerteza foi...
Mas a humanidade não precisa de aprender com ninguém...

aprende por si... E aprende muitas vezes o que não deve...


um beijinho bem grande

Princesa 4 de setembro de 2009 às 15:12  

Existem pessoas que convivem anos
Conosco, e pouco representam.
Outras ao contrário, surgem em nosso caminho
de repente
E sem que se espere gravam seu nome
em nossa existencia. São os Amigos
Tenha um bom fim de semana
beijinhos

Pó de Estrela 4 de setembro de 2009 às 15:45  

Querida Maria Emília

A verdadeira aceitação só acontece quendo é feita com Amor. Há coisas que só o Amor consegue aceitar.
Na perda de alguém, também existe Amor. Amor pelas belas recordações, pela Vida que fica, pelos sentimentos que permanecem.

É difícil, mas este Amor vai-se construíndo dia a dia, e quando passado algum tempo, olhamos para trás, é possível ver a poeira dourada que ele foi deixando na estrada da nossa vida. É o legado que um dia também nós deixaremos, para que o Amor seja ETERNO.

Um grande beijo com muita poeira dourada.

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 16:11  

É isso mesmo Luisa, brindemos à Vida.
Um beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 16:13  

Reflexão muito forte sobre a aceitação, Pó de Estrela, a experiência ensina-nos sempre qualquer coisa que podemos e devemos passar para os outros.
Obrigada pela sua participação.
Um beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 4 de setembro de 2009 às 16:15  

Obrigada pelas suas palavras e pela sua amizade, Princesa.
Um beijinho,
Maria Emília

direitinho 4 de setembro de 2009 às 19:12  

Bom dia passei por aqui e quero deixar-lhe uma palavra que desde os meus anos de juventude me norteou- OPTIMISMO
Como alguem disse: Em todas as situações há dois lados, um positivo e outro negativo. Vamos virar a folha todos os dias na parte do positivo sem nunca se deixar ficar amordaçado nem perdido.
Gostei do seu blogue e prometo passar mais vezes.

Sonia Schmorantz 4 de setembro de 2009 às 21:42  

Como diz a Ana, são as dificuldades que nos fazem crescer, ou como se diz é o calor que tempera o aço...mas há coisas que não deviamos aceitar, não!
beijos, ótimo final de semana

Sonia Schmorantz 4 de setembro de 2009 às 21:46  

Como disse a Ana, são as dificuldades que nos tornam melhores, ou seja é o calor que faz o melhor aço...mas há coisas que não deviamos aceitar e outras que é quase impossível entender...
beijos, ótimo final de semana

gaivota 5 de setembro de 2009 às 00:46  

há que aceitar as coisas que se nos apresentam e com que temos de lidar,faz parte dos e nsinamentos de uma boa vivência ou convivência!
todos iguais, todos diferentes...
e o que às vezes se tem que aguentar...mas não é ceder!
beijinhos

CarlaSofia 5 de setembro de 2009 às 00:51  

Por vezes, essa atitude é de facto o grande desafio.
beijinhos*

Maysha 5 de setembro de 2009 às 02:13  

É verdade Emilia aceitar, embora nem sempre seja fácil. Por vezes interrogo-me porquê. Têm sido tantas as pedras que me têm ferido e fico sempre a pensar que não mereço, por vezes revolto-me. Mas logo de seguida, ainda com algumas lágrias teimosas a cairem lembro-me que Deus não nos prova além do que conseguimos suportar e tento sorrir. E no ultimo minuto, quando penso que já não aguento mais acontece algo que me faz sorrir abertamente e acreditar que a vida ainda tem muito de bom para me oferecer. E eu estou aqui de braços abertos à espera...sem perder a minha fé.
Um beijo de luz para si com carinho
Isa

Majoli 5 de setembro de 2009 às 06:39  

Vivencio isso no meu dia a dia minha querida, mas com serenidade sigo em frente.

Beijos querida.

Filomena 5 de setembro de 2009 às 08:36  

Maria Emília,

A minha mãe morreu há vinte e quatro anos.

Agora já não choro, mas sonho muitas vezes com ela, e são sonhos bonitos.
Ainda agora, que acabei de fazer a minha sesta, e talvez influenciada pelo penúltimo post do Jaime sonhei que ela tocava harpa. Uma música suave. Agora sonho sempre com a minha mãe com o rosto que ela tinha antes de adoecer. São sonhos bons. Penso que ela me diz que está tudo bem.
Dantes, tinha inveja das minhas amigas que tinham mães, que passeavam com elas, dizia-me quem sabe que não era inveja mas sim dor.
Isso foi-se atenuando, isso foi passando.
Tenho a grande dor de ela não ter conhecido o neto mais novo, o meu sobrinho. Tenho uma enorme dor em que não tenha visto a minha filha a crescer. Amavam-se uma à outra sem limites.Mas a Sara tinha dois anos, esqueceu a avó.

O orgulho que a minha mãe teria nela, esta neta tão parecida com ela em certas maneiras de ser, esta neta que dizia com tanta alegria quando a via" vovó Nina!".
Tantas recordações, tantas.


Mas acho que por vezes fico em paz. Acho que sim


Beijo grande


Filomena

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 09:26  

Majoli, a um passo do desespero encontra-se a energia da determinação. Só há que dar esse passo.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 09:36  

Como dizer ao Sol para não brilhar ou ao mar que para de bater contra a costa? Há coisas pelas quais temos um profundo respeito e sabemos que nunca iremos entender completamente a razão pela qual acontecem. O mesmo se passa na vida. Não adianta andar à volta dos porquês. Muitas vezes ajuda e trás mesmo algum conforto lembrar que há coisas que estão para além do nosso entendimento. Aceitar, viver a experiência e continuar torna as injustiças mais pequenas e insignificantes até que deixam mesmo de ter lugar.
Um beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 09:39  

Filomena, verdadeiramente importante, foi a sua partilha. Qualquer comentário que eu possa acrescentar é irrelevante.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 09:44  

Meu novo amido Direitinho, obrigada pela sua participação. Eu também penso assim e junto ao optimismo a esperança. São um bom trampolim.
Um abraço,
Maria Emília

♥ ♥ Eu 5 de setembro de 2009 às 11:46  

Grande verdade amiga, é aceitando q se tem mais determinação para lutar e poder ajudar.

bjos e lindo fds prá vc!

Tite 5 de setembro de 2009 às 13:12  

Estou a precisar de aceitar mas... há períodos mais difíceis do que outros.

Vou vencer mas estou na fase da negação que também tem que ser vencida.

Amanhã estarei melhor que hoje e hoje já estive melhor que ontem.

Um dia a seguir ao outro e lá chegaremos. Ao cimo da montanha.

A conversar contigo apaziguei um pouco mais.

Obrigada e recebe um grande abraço Amília

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 13:27  

Amiga Tite, precisas entender o que é que te faz estar nesse estado. Não me refiro a qualquer coisas física ou material que possa ter acontecido. Estares consciente que estás na fase de negação já é um grande passo para prosseguires no teu caminho. Lembra-te que tudo passa e o que hoje te parece um grande rochedo amanhã não será mais do que um grão de areia. Transforma a energia gasta na negatividade em força para agarrar a alegria.
Estou por aqui se precisares de mim. Sabes o meu email.
Um grande beijinho,
Maria Emília

manuela baptista 5 de setembro de 2009 às 13:48  

Aceitar significa receber o que é oferecido e quem de bom grado aceita o que magoa, o que desilude, o que entristece?

Se podemos lutar não aceitamos, se é inevitável rendemo-nos. Só mais tarde, muito mais tarde vem a consolação e a paz possível.

E a sua grandeza, Maria Emília, é que de facto fala connosco quando tem realmente alguma coisa para nos dizer.
É preciso parar para poder ouvir.

Um beijinho

Manuela Baptista

Maria Emília 5 de setembro de 2009 às 14:26  

Não é grandeza, Manuela, só quando conseguir dominar o desejo de transmitir algo é que aquilo que transmito poderá verdadeiramente ter impacto verdadeiro.
Um beijinho,
Maria Emília

MIUÍKA 5 de setembro de 2009 às 14:58  

Querida amiga,é muito bom receber palavras como as tuas,que me servem de incentivo para continuar em frente com o meu blog,que tento ser diversificado, simples como eu e agradável,para mim e para quem me visita,é o meu refúgio e onde eu me sinto compensada,ao receber o carinho com que sou brindada diariamente por todas as amigas como tu,bem hajas amiga.
Um bom fim de semana e um grande beijinho...MIUÍKA
Tenho mimos muito bonitos á tua espera no meu blog de mimos.

Graça 5 de setembro de 2009 às 15:33  

Aceitar é tão importante. Por exemplo, devíamos aceitar as diferenças dos outros, para que eles também aceitassem as nossas. E nesse respeito, tudo seria mais fácil.

Um beijo grande, querida Emília. Gosto de vir aqui.

Agulheta 5 de setembro de 2009 às 16:25  

Maria Emilia. A frase tem toda a razão,muitas vezes aceitamos,mas não quer dizer que esteja certo,nem sempre é fácil.
Beijinho bfs Lisa

Sandra 5 de setembro de 2009 às 18:50  

Amiga!
Depende nós de Aceitar ou não.
As vida as vezes nos oferece coisas que podemos negar.
Existem presentes, que não precisamos aceitar.
Basta olhar de quem vem.

Lindo este poema.
Vim convidá-la para passar no blog.
Curiosa esta fazendo festa e tem um desafio.
Ficarei feliz, se vc. passar por lá.
Venha conferir.
Com carinho
Sandra

Ignoto Jardim 5 de setembro de 2009 às 19:18  

Maria Emília: Sempre que aqui venho a seleção de suas músicas me faz ficar com os olhos cheios de lágrimas. Eu já disse uma vez que seu blog é um pedacinho do céu. Adoro, e peço a Deus que lhe dê muita saúde e disposição para não parar, tão cedo.
Venho aqui todos os dias, mesmo não deixando recados sempre.

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 04:08  

Maria, que bom que sinta isso quando vem ao meu blog. Pedacinho de céu´são para mim os pedacinhos de amor que aqui deixo para todos vós.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 04:27  

Graça, só quando tivermos entendido que todas as diferenças à nossa volta constituem a imensurável riqueza do Universo, estaremos verdadeiramente às portas do Nobo Mundo.
Um beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 04:35  

Lisa, a questão não se pões, pelo menos para mim, no campo de se está certo ou errado. É preciso experimentar a libertação que acompanha a aceitação e o perdão.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 04:38  

Tais como Sónia?
Um beijinho,
Maria Emília

Tite 6 de setembro de 2009 às 05:46  

Obrigada pelas tuas palavras de conforto.

É muito complicado explicar o inexplicável.

Como tu dizes: Temos que aceitar e aguentar mesmo não cedendo.

Cá vou tentar cantar e rir mesmo com o coração despedaçado.

Obrigada, SEMPRE e que DEUS me ajude a ser MELHOR.

Beijos

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 05:51  

Deus ajuda-te, Tite, assim tu estejas aberta para ouvir a sua resposta à tua oração.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 06:10  

Sandra, porque acho deveras interessante esta blogagem colectiva para a qual nos desafia e convida, já a anunciei neste blogue e também nas minhas Caixas de Recordações.
Penso ser uma boa oportunidade de nos conhecermos todos um pouco melhor e sabermos as razões porque cada um está aqui neste espaço.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Sandra 6 de setembro de 2009 às 06:42  

Amiga!
Vim agradecer de coração a sua participação. Vai ser uma linda interação entre os amigos nesta dia tão especial. A festa fica muito mais animada, quando tem bastante gente.rsrsrsr.
Vou levar o endereço para lista.
Obrigadoooooo!!!!!
Sandra

Belisa 6 de setembro de 2009 às 10:05  

Olá :)
aqui presente... nunca desistir!
Beijinhos estrelados

Multiolhares 6 de setembro de 2009 às 10:41  

Quando aceitamos seja o bom ou o menos bom é mais facil encarar a vida na sua dualidade
beijinhos

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 12:46  

Claro amiga Multiolhares. Todos nós sabemos que uma simples escolha altera completamente o rumo das nossas vidas.
Um grande beijinho,
Maria Emília

entremares 6 de setembro de 2009 às 13:28  

Ah, Maria Emilia... já pensou?
De cada vez que aqui se dispoe a responder... acaba partilhando algo. Vitórias, derrotas, dificuldades, promessas, esperanças...

Quem disse que na vida deveríamos ultrapassar tudo sózinhos?
Ninguém...
Para estar sózinho, já basta o momento do nascer e do morrer. No meio, é bom que contemos uns com os outros...

Um óptimo domingo...

Lilá(s) 6 de setembro de 2009 às 14:42  

Mas que grande verdade! concordo plenamente...
bjs

Lídia Borges 6 de setembro de 2009 às 14:50  

Tudo muito bonito por aqui!
Imagens belas e palavras lúcidas.


Um beijo

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 15:27  

Amigo Entremares, quem está aqui num blog a dar o coração nunca está só. Não é minha crença também que se esteja só no momento do nascer e do morrer. Sim, a passagem há que ser feita a sós, mas haverá sempre muita companhia de um e outro lado para dizer adeus e para receber.
Um abraço,
Maria Emília

Antonio Caldas Coni Neto 6 de setembro de 2009 às 16:06  

Para aceitar é necessário transcender, ou seja, é necessário a percepção ampla isenta de julgamento. A verdadeira aceitação sempre vem acompanhada da plena compreensão e de um sentimento transbordante, abrangente, que abraça a situação.
bjos,

Maria Emília 6 de setembro de 2009 às 16:37  

Caro António, fico feliz pela sua participação neste espaço. Claro que exactamente isso que acontece. O Ser está acima do pensamento e não abaixo ou ao lado dele. A mente deixa de comandar e a consciência toma plena posse da situação acontecendo uma grande paz e serenidade e um sentimento de plenitude e felicidade.
Só que explicado desta forma, a maioria das pessoas não vão entendê-lo. É preciso vivê-lo e senti-lo.
Conto consigo para dar umas achegas a estes e outros assuntos bem significativos na busca do nosso eu mais profundo.
Um abraço,
Maria Emília

Susana 7 de setembro de 2009 às 03:06  

às vezes é preciso saber jogar com as circunstâncias com muita paciência e psicologia... por vezes é preciso engolir sapos, mas não significa que estamos a aceitar...

Bjs Susana

Princesa 7 de setembro de 2009 às 08:39  

Obrigado pela visita volte sempre
e visite também o meu blog

MY ANGEL E MAGIA DA LUA

Não agradecemos aos verdadeiros amigos
  por seus atos ou ações...
    Agradecemos por terem entrado em nossas vidas,
  cruzado nossos caminhos.
    e conquistado nossa confiança!!!“

Tenha uma boa semana
beijinhos

Dalinha Catunda 7 de setembro de 2009 às 16:18  

Querida Maria Emilia,

"A vida só é dura para quem é mole"
Eu sou teimosa e sempre encaro a vida com coragem.
Não tenho medo de cair, pois a cada tombo, levanto-me mais forte.
Tento ser justa em minha caminhada e ser fiel aos meus princípios.
Um abraço,
Dalinha

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... 7 de setembro de 2009 às 18:43  

Quando as dificuldades surgem de que adianta não aceitar?

Um beijo!!!Sonia Regina.

AFRICA EM POESIA 8 de setembro de 2009 às 09:27  

fui operada à mão direita.
correu bem.

quando puder escrever volto beijinhos saudades

Silvana Nunes .'. 8 de setembro de 2009 às 10:50  

Realmente esta é uma grande verdade.
Muito lindo o seu espaço.
Saudações Florestais

Silvana Nunes .'. 9 de setembro de 2009 às 09:32  

Boa tarde.
Para mim é uma felicidade enorme receber sua visita . Pena que a minha conexão é muito lenta e nem sempre consiga abrir os blogs, que em sua grande maioria são muito carregados. Agradeço as suas palavras carinhosas e o seu interesse pelo meu trabalho de pesquisa. Sempre que puder e a minha conexão permitir, estarei sempre visitando você.
Um grande beijo.
E volte sempre, terei sempre uma história para contar.
Na luta por um mundo melhor,
saudações Florestais!

Licas 9 de setembro de 2009 às 09:54  

Olá Maria Emília

Cheguei agora e vim dar-lhe o meu abraço.
Deparei-me com este tema - ACEITAÇÃO - sobre o qual tenho uma interpretação, que não refuto de 100% certa mas ... é a minha.

Sempre que, perante algo que nos incomoda dizemos eu aceito e apregoamos essa aceitação, penso que o estamos a fazer apenas da boca para fora.
Quando aceitamos de verdade, aquilo que mexe ou mexeu connosco, passa a fazer parte do quotidiano, interiorizamo-lo e reagimos perante ele como de outro qq facto se tratasse.
Comigo foi assim!
Enquanto eu tive que repetir para mim própria e para os outros que tinha aceite, eu estava a iludir-me.
Aceitei sim quando comecei a viver com os problemas em pé de igualdade com tudo o resto que me rodeia.

Eu vivo, retenho e relembro frequentemente todas as fases da minha vida e consegui (não sei bem como) que esses momentos mais penosos se situem no mesmo plano afectivo.
Fiz-me entender???

Espero que continuemos estas conversas tão proveitosas e sobretudo como apelo no meu blog, que façamos destes espaços,espaços de Alegria e Sorrisos.
Um abração

Licas

Maria Emília 9 de setembro de 2009 às 12:03  

Licas, que bom tê-la de volta. Não podia estar mais de acordo com a forma como vê a aceitação. Claro que ninguém aceita de mão beijada algo de muito grave que lhe aconteça como, a morte de um ente querido, o anúncio de uma doença grave e sei lá quantas coisas mais. A aceitação tem que fazer o seu caminho que, na maior parte das vezes é muito difícil e, não se aceita porque não se tem outro remédio. Isso não é aceitar. Eu costumava dizer aos pais com quem caminhei na Nossa Âncora que:
Estar curado é lembrar-se de ter amado, sem todavia receber um violento murro no ventre. É respirar sem as tensões dos soluços abafados e ter a garganta liberta de uma grande bola de tristeza. É sair da longa incubação do sofrimento e nascer para um mundo novo, desconhecido até então. É enfim ser capaz de viver só, sem se sentir isolado.
Conto com a sua participação e experiência para me acompanhar na contrução deste Novo Mundo que eu gostaria de ser capaz de mostrar a todos os que seguem este blog.
Um grande beijinho,
Maria Emília

Canduxa 9 de setembro de 2009 às 16:06  

Querida Maria Emília,

São esses momentos mais difíceis, que vivemos, que nos ajudam a tornarmo-nos mais fortes e sábios, para podermos compreender a dor dos outros.
Ao aceitarmos com amor e de braços abertos o que chega até nós, e nos faz sofrer, é mais um degrau que subimos em direcção à montanha que sorridente nos espera para nos abraçar.
O exercício da aceitação, comparo a uma ave ferida que nunca desiste de voltar a voar.
Um grande abraço

Luz Cardoso 11 de setembro de 2009 às 23:26  

Querida Maria Emília, deixo-lhe um pequeno poema com o desejo de um excelente fim-de-semana!

“Que a felicidade não dependa
do tempo,
nem da paisagem,
nem da sorte,
nem do dinheiro.

Que ela possa vir com toda a simplicidade,
de dentro para fora,
de cada um para todos.

Que as pessoas saibam
falar,
calar,
e acima de tudo
ouvir.

Que tenham um amor ou
então sintam falta de não tê-lo.

Que tenham um ideal e tenham
medo de perdê-lo.

Que amem ao próximo e
respeitem a sua dor,
para que tenhamos certeza
de que viver... vale a pena!...”


(Vera Durães)

Abraço de Luz,

Namastê!

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